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terça-feira, 5 de março de 2013

ACONTECEU...

RECEBI DE UM AMIGO, adorei o conto e estou repassando a vocês.

Quem quiser pintar a sala do nosso amigo, o e-mail dele está no final do texto.

Beijo do Mirtilo.

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O Pintor e eu
Gosto de dividir, às vezes, minhas experiências, então aí vai uma das boas... Sou casado, na casa dos 40, bonito, corpo legal, marca de sunga, curto homens tb então, qdo a chance aparece o negócio é não deixar escapar. Algumas semanas atrás, resolvi que deveria pintar minha casa, iniciei fazendo orçamento com três pintores. O primeiro, com preço mais alto parecia muito competente, o segundo, já conhecido, preço baixo, menos dedicado...qdo apareceu o terceiro (Marcelo) ele já estava contratado antes mesmo de me passar valores...rs...ele era espetacular, moreno, corpo sarado pelo trabalho puxado e um sorriso de balançar muito hétero convicto por aí. Conversamos um pouco e acertamos o preço e data para início. Daquele dia em diante o Marcelo não saia mais da minha cabeça (das duas aliás...rs) pensava nele noite e dia, ficava excitado, batia umas e assim me mantinha esperando...o problema é que sabia que não iria rolar, não sei chegar assim, diretamente, curto, mas acho que tenho meu estilo contido e nessas, acabo perdendo as chances...já me dava por conformando antes mesmo do cara iniciar.
Marcelo começou a trabalhar e se revelou um excelente profissional, chegava cedo, saia tarde e o trabalho andava. Um dia (e sempre é um dia...rs...) estava sozinho em casa ao final do dia e ele me perguntou se poderia tomar um banho no chuveiro da área de serviço. Claro, concordei, pensando um milhão de coisas...Ele subiu e iniciou seu banho. Providenciei uma toalha e fui entregar, a porta estava encostada, bati e ele abriu apenas uma fresta para pegar a toalha. E aí perguntei, ta bom esse banho? Poxa, o sr não faz idéia, tava precisando...rimos os dois e saí. Vendo que ele novamente apenas encostara a porta, me abaixei e em silêncio contemplei aquele macho maravilhoso. Ele cantarolava baixo...o cara era algo, um peitoral lindo, um kct que mesmo em repouso era grande e um pouco mais escuro que sua pele, ele exalava cheiro de macho, as linhas duras do rosto mostravam que era autoritário, forte, meu pau estava durasso, molhado...tudo que eu estava precisando...saco, pensei...um pouquinho de safadeza resolveria minha vida agora. Acho que me movimentei e devo ter feito algum barulho pq vi ele olhava para a porta e se aproximava. Levantei rapidamente e me virei para uma estante que havia ali perto fingindo pegar um livro, ele abriu um pouco a porta e comentou: - Ah, é o sr! respondi: -Ainda bem que vc escolheu ser pintor, pq com essa voz estaria quebrado. Ele sorriu maliciosamente. me virei e ameacei sair. Ei patrão (algumas vzs ele me chamava assim em tom de brincadeira) quer ver se o banho está bom mesmo? Putz, pensei, fudeu, agora a casa caiu. Olhei para ele e disse: -como assim? Ele sorriu novamente e começou a punhetar. Vem ca patrãozinho que te mostro.
Ai acabou, sozinho em casa, no chuveiro e com um cara desses, não existe fidelidade que resista, tirei a roupa e fui pra cima do macho. Comecei a mamar seus peitos e sentia a pica dura dele batendo na minha, ele forçou minha cabeça para baixo e caí de boca naquele caralho maravilhoso, ele gemia enquanto eu sugava desesperado sentindo um gosto maravilhoso saindo desse cara que tinha me deixado louco tantos dias, lambi as pernas com poucos pelos, desci até os pés, ensaboei ele todo sentindo nossos corpos desliarem um no outro. Ele me subiu e me beijou, senti aquela língua me invadindo, fiquei doido, meu kct babava meu cu piscava de desejo. Senti as mãos do Marcelo passando por todo o meu corpo e me virando, deixando meu rabo empinado. Q beleza patrão, essa tua marca de sunga me deixa doido, e se abaixou chupando meu cu, a língua dele me abria, entrava e saia com força, depois vieram os dedos, um, dois, abrindo espaço. Não aguentei e pedi para ele me comer. Ele riu e disse, que estava planejando isso desde o primeiro dia. Vou te comer sim, seu viadinho, mas vai ser la na tua cama. Olhei surpreso com a segurança do cara, mas nessas ele ja fechava o chuveiro e me puxava em direção ao quarto. Cedi, totalmente vencido e com camisinha mais um bom gel, sabia que ia sentir um macho de verdade. Meu cuzinho é apertado, quase não dou, sendo casado não é fácil...ele me jogou na cama e disse para mamar mais o pau dele...dureza pensei sorrindo. Fiz tudo com prazer, vi o Marcelo gemendo, curtindo e pedindo pra não parar, então ele me virou com força, cuspiu no meu cuzinho e peguei rápido o gel pq sabia que ele não teria dó... ele não deixou, vc queria um macho? então seu viadinho do caralho é isso que vai ter. Meteu de uma vez. Vi a cama dar voltas, a dor foi insuportável, dei um grito e ele cobriu minha boca. Cala boca safado, agora geme no meu pau e fica de boca fechada, aguenta a vara e não quero ouvir mais nada dessa boca. El e meteu muito, senti o vai e vem do caralho rebentando minhas pregas, arrombando meu cu...doía pra caralho, mas foi melhorando até que meu kct subiu outra vz. Ele me falava um monte de coisas, me chamava de viado filho da puta, casado babaca, putinha, me perguntava quem mandava agora, me pegando pelo cabelo dizia: -fala, to mandando e eu tinha que admitir que era ele que estava no controle...
Vou gozar, rebola no meu pau viadinho enrustido...tudo isso me deixava doido, nunca imaginei um cara metendo assim, me jogando lá pra baixo e eu adorando isso tudo. Ele tirou o pau do meu rabo, arrancou a camisinha e encheu minha bunda de leite. Sentindo aquele calor escorrendo, comecei a gozar sem tocar no pau, foi delicioso.
Ele suava, gemia e esfregava a rola em mim...vira, limpa esse pau ele falou. Nunca tinha provado porra, mas ele meteu minha cara lá e fui obrigado a limpar...delicioso, limpei tudinho.
Os outro dias que se seguiram foram uma repetição deste, todo dia eu dava um jeito de acabar enrabado pelo Marcelo que estava adorando ser tratado como o dono da casa. Um dia, ele pintava a janela do quarto por dentro, entrei e ele botou o pau pra fora...entendi o recado, encostei na parede abaixo da janela e enquanto ele pintava eu me acabava mamando aquela rola deliciosa...um minuto depois que comecei, a faxineira passou pelo lado de fora e perguntou por mim, ele sorriu educadamente para ela, empurrou o corpo contra a parede, me forçando a engolir todo o kcte e disse que não tinha me visto, mas que avisaria se eu passasse por lá.
Isso tudo faz duas semanas, meu cu ainda lateja de tanto tomar rola, mas seguramente foi o melhor trabalho que alguém já fez pra mim...
naguta@bol.com.br

sábado, 17 de setembro de 2011

Aconteceu...

Recebi do Clark.
Não sei se é real, mas me deu um puta tesão e resolvi postar aqui.


Todo ano era a mesma coisa - final de novembro a galera da firma já começava a se animar pra festa de fim de ano da empresa. Mas ano passado teve uma GRANDE diferença! Mulato, sacana, corpo legal, sempre tive tesão por garotinho safados. Mas na firma quem me chama a atenção era Eduardo. Ele não tinha mais do que 35 anos. Devia medir mais ou menos 1,80m e pesar uns 90kg - tinha um corpo gostoso, mas não era musculoso: era bom. Tinha a maior fama de pegador, vivia cercando as menininhas. Edu adorava se exibir, tanto que em toda festa da firma ele fazia questão de ir na piscina do sítio de sunga branca, pra ficar transparente e deixar exposta uma jeba descomunal! Era impressionante o volume que ficava ali dentro, devia ter uns 17cm quando estava mole.
Mas ano passado foi diferente. Choveu no dia da festa, e muita gente acabou nem indo pro sítio - de mais de 100 funcionários, se tinha 15 pessoas era muito. E a galera não estava animada nem pra churrasco. Eu e mais uns 3 caras, incluindo Edu e sua sunga branca, ficamos tomando banho de chuva mesmo, por pura falta do que fazer. Chegamos no sítio 10h da manhã, e às 14h só estávamos nós 4 mesmo no banho de chuva, todo mundo já tinha ido embora - nossa sorte é que lá tinha caseiro e poderia trancar o lugar depois que a gente saísse. Em poucos minutos, Marcelo e Carlos desistiram da chuva e foram para o vestiário tomar banho pra ir embora. Eu também já estava de saco cheio e resolvi ir, foi quando Edu falou:
- Pô, fica mais um pouco, vão achar que eu sou maluco aqui sozinho nessa chuva... quando eles saírem a gente vai...
- Beleza, mas eu já acho você maluco de qualquer maneira.
E continuamos ali batendo papo até que os dois saíssem - o que deve ter demorado uns 15 minutos. Confesso que não tinha imaginado nada até a hora que Edu levantou e foi na minha frente em direção ao vestiário, com aquele rabo gostoso e durinho no short colado. Puxei logo conversa:
- Cara, não tô com pressa de chegar em casa... - e comecei a tirar minha bermuda, ficando só com a cueca boxer molhada.
- E eu? - respondeu ele - Solteiro, de carro, crente que ia arrumar uma vagabundinha pra meter, me dei mal...
Ele já estava tirando o short e, para meu deleite, lá estava aquela rola imensa na sunga branca molhada. Nem assim ela encolhia!
- É, meu amigo, acho que hoje essa coisinha aí não vai sair pra brincar - falei rindo e apontando para seu brinquedo.
Ele não gostou da brincadeira e botou pra fora o pau.
- Coisinha isso aqui? Tu tá de sacanagem? Pega uma régua... mostra a tua coisona, então!
- Calma, cara! Brincadeira, sua rola deve ser a maior que já vi. Na boa, deixa pra lá. - e tirei a minha cueca mostrando meus humildes 12cm moles.
- Deixa pra lá por causa dessa piroquinha pequena aí - disse Edu tentando me humilhar. Viramos e fomos para a ducha do vestiário, que graças a Deus era coletiva. Na esfregação de sabão, fiquei ali admirando aquela jeba ensaboada, e Edu percebeu, mas fingiu que não. Comecei a lavar meu pau num vai-e-vem frenético, até que em pouco tempo ele deu sinal de vida e estava duro que nem pedra, mostrando todos os seus 21 cm.
- Até que duro ele surpreende - disse Eduardo, balançando sua bengala - agora sim está apresentável. Deixa eu medir - e, do nada, pegou na minha rola e colocou do lado da sua, que começava a dar sinais de estar acordando - É, deve ter uns 20, 21cm (o rapaz entendia!).
Aproveitei o momento:
- E a sua? Quanto mede afinal de contas? Uns 23cm? - e comecei a apalpar sua rola.
- 24..
- Caralho...
- Caralhão - ele falou sorrindo, mas sem largar minha rola.
Agora ele ensaboava meu pau do mesmo jeito que eu estava fazendo.
- É assim que você gosta, não é?
- Isso mesmo, pode continuar que você está indo bem - respondi de olhos fechados.
Não demorou muito e ele começou a enxaguar minha caceta, retirando o sabão. Olhei para o seu pau, e vi que ele continuava meio-mole-meio-duro. Quando ameacei pegar nele, Edu se ajoelhou e começou a admirar minha rola e meu saco. E eu esperando o inesperado: ele começou a cheirar meu pau com muita vontade e de repente lambeu toda a extensão, inclusive as bolas. Ali estava ele, cuja rola eu já manjava, de joelhos me chupando! E que boquete. Depois ele me contou que nunca tinha chupado na real - É instinto - brinquei. Edu chupava com vontade e tesão, babava a minha pica toda. Minha rola sumia e aparecia dentro da sua boca.
- Caralho, Edu... não para...
- Não goza na minha cara, não, porra! - e com isso ele parou o boquete e me puxou até a bancada da pia - Senta aí.
- Porra, mais 10 segundos e eu gozava na sua boca.
- Eu sei... Se acalma um pouco aí, vai...
Fiquei frustrado nesse momento: eu quase gozando e Edu manda eu me acalmar? Depois eu entendi: ele foi em direção ao banco do vestiário, se sentou arreganhado e começou a tocar uma punheta, se exibindo pra mim. Eu entendi que ele queria fazer um show e deixei, coloquei os braços atrás da cabeça e relaxei encostado no espelho.
A pirocona de Edu começou a mostrar seu verdadeiro potencial. Eu estava adorando o show, doido pra começar a gozar. Levantei da pia e ia em sua direção, mas ele me pediu pra parar:
- Senta mais um pouco e espera...
- Não consigo, cara... vem logo terminar.
- Olha isso...
Tive uma das visões mais tesuda da minha vida: Edu, ainda sentado e com a piroca que parecia um verdadeiro mastro de tão grande e dura, abaixou a cabeça e lambeu a cabeça do próprio pau. O pirocudo me surpreende de novo e começa a fazer um auto-boquete, chupando a própria rola. Fiquei ainda uns 2 minutos curtindo aquele show particular, até que não agüentei mais. Desci da pia, me ajoelhei e botei na boca aquele que era meu objeto de desejo da sunga branca molhada. Chupei com vontade, como se o mundo fosse acabar naquele dia e não pudesse fazer mais nada além daquele boquete.
- Me come, cara... me come...
Eduardo implorava, mas eu não queria sair dali. Meu pau estava abandonado pendurado no meio da minhas pernas, mas parecia que não ia ficar mole nunca, estava cada vez mais duro latejando.
- Me rasga com essa rola gostosa...
Tirei sua caceta da boca e ele já foi logo ficando de quatro, o cú rosinha e com poucos pêlos piscando e a jeba dele pendurada entre as pernas.
- Anda, me come logo, porra...
E separava as bandas da bunda e arregaçava o rabo pra mim. Apontei a cabeça do meu pau brilhando naquele buraquinho, e foi só eu encostar a cabeça na portinha que Edu tratou de vir com tudo de uma vez. Tentei começar a estocar de leve, mas o tesão do cara era tanto que ele parecia um animal no cio.
- Goza no meu rabo, cara... mela meu cú todo... quero sentir seu leite quente escorrendo nas minhas pernas...
Quase gozei mesmo ouvindo aquele tesão de macho implorar, mas me segurei, queria que durasse mais tempo, pois sabia que, depois de gozar, a gente não ia agüentar mais nada. Resolvi tirar meu pau de dentro para deixar ele se distrair um pouco e esquecer do gozo.
- Vira de frente, Edu... mostra essa rola pra mim...
Era impressionante, o pegador, da rolona, gosta mesmo é de dar o cú.
- Mete de volta, vem... - ele suplicava ainda de quatro.
- Calma... deixa eu te chupar mais um pouquinho...
Agachei entre suas pernas e comecei a mamar seu cacetão com muito gosto. Apesar de ter implorado pra eu meter, Edu estava adorando, gemendo e segurando a minha cabeça pra não tirar a boca da sua rola. Depois de umas boas chupadas no seu pau, resolvi que era hora de voltar a meter.
- Fica de frente que quero te comer olhando na sua cara...
Ele adorou quando eu anunciei o frango assado. Ele mesmo se encarregou de encaixar a cabeça do meu pau na portinha do cú. Comecei a foder seu rabo de forma frenética. Os momentos que passei mamando o pau do Edu foram suficientes para adiar o meu gozo. Conforme eu ia no vai-e-vem sua pirocona ficava balançando. Não resisti e me retorci todo até conseguir colocar na boca e chupar. Comia o cú dele e chupava seu pau ao mesmo tempo. Ele me ajudou, segurando minha cabeça pra não deixar escapar. Foi então que eu comecei a tremer e senti que meu pau estava começando a explodir.
- Deixa aí dentro, não tira... Quero sentir tudo...
Edu estava desesperado mesmo, parei de chupar quando comecei a esporrar dentro do seu cú e percebi que ele começou a tocar uma punheta.
- Relaxa que da sua rola cuido eu, Edu...
E comecei a chupar e punhetar rápido, doido pelos jatos de leite da sua picona. De repente Edu começou a urrar e prendeu minha cabeça na sua virilha com suas coxas. Era um jato mais forte do que o outro, sua porra foi direto pra minha garganta. Mesmo eu engasgando e deixando escorrer pelo canto da boca, nunca me deliciei tanto.
- Lambe me cú, cara... tem que ser agora...
Já estava ali mesmo, só precisei descer uns centímetros. Minha porra começava a vazar do seu rabo e ao lamber misturei o meu suco com o dele em minha boca. Nada mais justo do que tascar um beijo no Edu e dividir com ele nosso prazer. Depois de alguns segundos, caímos exaustos, olhando um pro outro e falando ao mesmo tempo:
- CARALHO!

domingo, 10 de julho de 2011

Aconteceu...

Recebi do amigo Clark

Comido pelos peões da obra

Sou moreno claro, tenho 1,68 altura, 58 kilos e atualmente 35 anos. Vou contar algo que me aconteceu quando tinha 25 anos, inicio de carreira, quando trabalhava em uma construtora pequena.

Fui supervisionar uma obra, que era uma casa grande em um bairro novo, tinham poucas casas e pareciam ser de luxos, estava substituindo um colega que estava de licença.
Mas vamos ao caso; quando cheguei tinham apenas três peões muito gostosos, suados e com cara de homem. Achei eles atraentes, mas não gostava de suor, até aquele dia...
Eles se aproximaram e comecei a analisar a obra, não sei o que, porque já estava pronta e faltava poucas coisas, achei que tinha perdido meu tempo, mas quando me dei conta eles estavam cochichando e olhando para mim. Não dei bola, mas um deles se aproximou e disse:
- Não quer ver como estava ficando o acabamento por dentro, doutor?
Entrei mais na casa com este peão, negro e alto, com mãos fortes e calejadas de trabalho.
- Já está quase pronto, não sei porque me mandaram aqui. Falei observado.
- Você está substituindo o outro doutor ne? Sabe porque ele marcava de vir sempre aqui?
Nisso apareceram os outros, um baixinho meio gordinho e branco e outro moreno bem magro e com cara de novinho. Gelei na hora porque a forma como ele disse e olhava pra mim era com tesão. Não sei porque, fiquei de pau duro. Eu não era afeminado, pensei que era apenas uma impressão, achar que ele queria me comer.

O baixinho se aproximou por trás e deu uma passada em minha bunda, me virei querendo dar uma bronca e tirar satisfação, mas nisso ele pegou minha mão e colocou no seu pau já duro, não resisti... Era grande, mesmo considerando a sua estatura, o mais novo me agarrou por trás e começou a esfregar seu pau em mim, não tinha mais jeito, iria dar ali mesmo pra três peões suados a machos.
O mais alto, abriu o zíper de sua calça mostrando sua pica dura e grande, o baixinho abriu minha calça, tirou minha cueca e se ajoelhou, e começou a me mamar. O que estava por trás de mim, acariciava a minha bunda com sua mão e enfiava um dedo no meu cu. Eu gemia e jogava meu corpo hora pra frente e hora, pra trás.
O mais alto pediu para o baixinho sair de minha frente, pegou minha nuca e pediu par eu ajoelhar e chupar aquele cacete, suado e com gosto forte de pica. Com esta cena os outros dois tiraram as suas calças e colocaram os seus paus a minha disposição, o pau do baixinho era médio, mas grosso e do novinho e magro, era longo e um pouco fino. Estava com três paus diferentes em minha disposição, não sabia o que fazia, ora chupava um, chupava dois enquanto punhetava outro, não estava ligando de quem era. Mas dei uma atenção especial no pau do baixinho que cabia quase todo em minha boca e tinha uma cabeça grande, esta atenção me custou uma gozada na boca:
- To gozando doutor, que boca maravilhosa!!
Dizia ele enquanto gozava jatos e mais jatos de porra.

O mais alto pegou um colchão velho e sem lençol, pediu para eu deitar, e claro atendi. Tirei a minha camisa e deitei de bruços de propósito para deixá-los mais loucos ainda, o mais alto se deitou, passou aquela mão áspera em minha bunda, abriu e caiu de boca, sua língua era grossa e percorria todo meu rego sem parar, na verdade a sua intensão era de me lubrificar. Nesta altura estava louco de tesão ate que percebi que ele estava colocando seu pau na entradinha e começou a forçar, deu pra sentir a sua cabeça entrando e o resto me arrombando, ele colocava numa velocidade lenta, mas de uma vez só. O mais magro batia uma punheta como se estivesse esperando a sua vez.
Quando ele terminou de enfiar tudo, começou com um movimento que estava ficando cada vez mais rápido, ele metia e suava tanto que pingava em mim, aquele cheiro de homem ficava mais e mais forte. Eu sentia seu pau até o fundo, eu gemia e pedia para meter. Ele não dizia nada apenas dava pequenos gemidos e fazia seu trabalho, de repente senti os movimentos mais rápidos e fortes, sua respiração ofegante e gemidos mais altos que antes. Até que seu pau começou a pulsar dentro de mim, dava pra sentir isso de tão forte que era, e fui inundado pelo seu gozo, que preencheu meu cu de tanta porra que era. Ele saiu de cima de mim, tirando seu pau, e nesta hora começou a escorrer, meu cu era uma mistura de porra e suor. Pegou seu pau e mandou eu limpar com minha boca, nisso o mais magro, que estava esperando sua vez me pegou pela cintura e me colocou de quatro. Só fiz esperar ele enfiar seu pau, e o desgraçado sem dó, enfiou de vez. Também esperando tanto tempo pra gozar, ele bombava forte enquanto em limpava o pau todo melado de porra, o magrinho, metia muito gostoso, apertava minha bunda e as vezes segurava minha cintura para jogar meu corpo contra o seu. O mais alto tirou seu pau de minha boca e veio o baixinho, dizendo:
- Quero sentir de novo minha pica toda dentro de sua boca, doutor!
Naquela hora eu era doutor, mas estava sendo comido e fudido por três paus diferentes. Eu mamava so com o movimento de meu corpo sendo jogado pra frente, enquanto recebia na bunda com força. Meu pau estava duro e comecei a punhetar revezando as mão, senti que estava quase gozando e meu cu estava ficando cada vez mais apertado e nisso o mais magro anunciou que iria gozar, aumentou a força de suas estocas e gozou tudinho no meu cu, não resisti e gozei também gemendo com o pau na boca.

Estava morto, não agüentava mais nada, só que o baixinho pediu que eu continuasse, ele deitou de barriga pra cima comecei a chupar aquele pau grosso, dando lambidas na cabeça e no saco, até que ele gozou melando minha boca e minha cara.

Cada uma vestiu a suas roupas e disseram que iriam voltar ao trabalho, mandaram lembranças para meu outro colega de trabalho. Ele voltou de sua licença e comentei que tinha nesta casa, ele deu um sorriso e perguntou se os peões faziam um bom trabalho, e respondi que sim. Ele me olhou e cochichou:
- Este é o nosso segredo, agendo visitas lá toda a semana, pena que já está praticamente pronta, mas vamos um dia lá nós dois para terminar o trabalho.
Isto é outra história

domingo, 19 de junho de 2011

ACONTECEU...

Recebi de um fã do Blog e estou postando na íntegra,
sem tirar e nem por uma vírgula.

Se gostarem, comentem
Se quiserem contato com o Sílvio, podem mandar e-mail para mim, no milsinho6@gmail.com que terei o máximo prazer em repassar

Sílvio, obrigado pelos elogios. Fiquei muito feliz com teu e-mail, pois queria inaugurar uma secção nova aqui no Blog, o ACONTECEU... com casos reais. Já tinha a página "Contos reais de meus amigos", que não decolou, quem sabe aqui no corpo principal do blogo a gente consiga novas histórias que possam render boas punhetas.

Quem quiser contar suas aventuras, fique à vontade



Caro amigo Mirtilo,

Primeiro quero te parabenizar pelos dois blogs, o Mirtilo, uma proposta de prazer já faz parte do meu dia-a-dia há muito tempo e agora o Mirtilo Light veio pra completar. Não passo um dia sequer sem abrir, fico esperando a meia noite, quando entram as novas fotos pra ser o primeiro a clicar e agiora, quero te contar um fato que me aconteceu ontem ((se vc achar legal, pode publicar).
Olha isso:
Meu nome é Silvio, sou um cara normal, hetero de nascimento, tenho pouco mais de 35 anos, pele clara e poucos pelos pelo corpo. Nunca tive experiencias homossexuais, mas confesso que sou simpatizante. Leio muito sobre o assunto e fico fantasiando também.
Estava num banheiro publico da capital de meu Estado, no dia 18/06/11, lavando as mãos e do meu lado um cara jovem, que nao aparentava 30 anos, altura por volta de 1,70 e um corpo legal, um pouquinho acima do peso, mas bem distribuído. Comecei a observar e percebi que ele poderia ser aquele das minhas fantasias. Em seguida ele entrou num dos reservados e eu "sem querer" entrei no box ao lado, para minha sorte, havia um furo na parede de granito, onde tinha o parafuso que segurava o papeleiro e eu, por pura "curiosidade" dei uma espiada pelo furinho e vi o meu alvo tentando ver por baixo da parede quem estava no box ao lado (que era eu) Ele não sabia do furinho e no lado dele não percebia poque ficava embaixo do papeleiro.
Eu fiquei pensando; "Caraca! estava no lugar certo e na hora certa!" Agora precisava dar um jeiro desse cara saber que eu estava a fim de me iniciar na pegação. Comecei a botar o pé por baixo da parede, discretamente, invadindo o território dele e fiz que ia tirar um pozinho do sapato pra ele ver que poderia rolar alguma coisa. Ele correspondeu, encostou seu pé no meu. Olhei navamente pelo furinho e ele já estava de pau duro. O meu começou a dar sinal. De repente ele se ajoelha avançando com aquele pau gostoso no meu espaço. Não deu ourtra: peguei ele com tudo e começei a bater uma punhetapra ele. Nussa... nunca senti nada igual, era um cacete de uns 13 ou 14 cm (medi pela minha mão) mas bem grosso. encheu a minha mão e tava bem duro, mas a pele por fora era macia. Que coisa gostosa. Eu batia e acariciava, minha mão passeava pelo saco que tava durinho também, gostosinho, tchuc-tchuc, depiladinho, e o meu dedo ia mais além... encontrei um cuizinho apertadinho ali por perto, deu uma passadinha por lá e ele tirou a minha mão. Do lado de fora o movimento estava meio grande e ele levantou. Que mau, será que desistiu? Não pode, será que nunca mais vou ter essa oportunidade? Minha primeira vez... foi pouco... quero mais...
Voltei ao buraquinho (o da parede) ele tava batendo punheta sozinho e se virava pra eu ver a bunda - nesta hora ele já devia ter descoberto o buraco. A barulho do lado de fora acalmou e ele voutou a se ajoelhar. Aquela cabeçorra aparecia para mim por baixo da parede e eu voltei a atacar. Ficamos ali por uns 5 minutos ou mais - eu não queria que aquilo acabassa é nunca. Continuei acariciando aquele saco perfeito e aquele pau dos deuses e o meu dedo médio continuou a sua peregrinação pelas imediações, tentando achar e acariciar aquele outro furinho... acho que ele gostou, pois começou a bater punheta e me deixou fazendo penetraçoes com muito carinho no cuzinho dele. O meu pau tava latejando dentro da cueca. Logo ele começou a dar sinal que ia gozar e eu intensifiquei a ação do meu dedo. Ele gozou como nunca, aquele jato de porra fez uma poça no chão do banheiro e eu gozei junto, sem sequer ter tocado no meu pau. Minha cueca ficou recheada da minha porra. Foi um orgasmo simultâneo, ao mesmo tempo o chao e a minha cueca se enchiam de leitinho quente.
Foi incrível, nunca tive uma sensação dessas com mulher nehuma nessa minha vida de hetero e olha que muitas passaram por esse meu cacete e sempre achei que minhas fodas eram boas.
Sem falar do perigo de ser flagrado, pois do lado de fora não parava de entrar e sair homens que vieram aliviar suas bexigas, nem imaginando o que estava rolando entre duas paredes.
Limpamos a sujeira e quando percebi que ele ia sair, saí junto pra que ele me visse, quem sabe ele tenha gostado também e a gente se encontre novamente e possa rolar algo mais gostoso ainda.
Ele lavou as maos e saiu rapidamente e sumiu dentro do supermercado. Eu tentei acompanhá-lo discretamente, mas rapidamente o perdi de vista.
Se você, amigo leitor do Mirtilo, achar que pode ter sido o meu parceiro nesta aventura e quiser entrar em contato, mande um e-mail pro Mirtilo que ele, com certeza, me repassará.

Foi isso que aconteceu, Mirtilo, se achar bom, pode publicar e quem quiser deixar comentário, terei mais orgasmos por conta disso

Um BEIJÃO, e mais uma vez, parabéns pelos blogs

Silvio

segunda-feira, 18 de abril de 2011

CONTO CURTINHO... (e real)

Quando Carlinhos era pequeno, queria ser bailarino e seus pais o desencorajaram, porque era coisa de viado.


Logo depois, quis ser cabeleireiro, mas seus pais não deixaram porque era coisa de viado.


Passado algum tempo quis ser estilista, mas seus pais não permitiram porque era coisa de viado.




Carlinhos cresceu, é viado e não sabe fazer merda nenhuma...

sábado, 17 de maio de 2008

CONTO REAL

MEU CASO COM O DENTISTA


Foi muito massa. Aconteceu por acaso, (mas eu premeditei)
Eu tinha 37 anos, ele devia ter uns 28 e morava em São Paulo.
Sempre procurei dentistas homens (com segundas intenções, claro) daí, quando eu fui consultar esse, na primeira vista, já olhei profundamente nos seus olhos e ele correspondeu. Como mas eu não podia dar bandeira, na primeira consulta, nada aconteceu. Na segunda eu já olhava (sem querer) direto pro meio das pernas do cara e ele ficava visivelmente perturbado com aquilo. Tinha ido com uma calça social e quando deitei na cadeira, comecei a ajeitar o pau que já estava duro só de pensar nele - ele notou - depois eu sem querer de novo deixei cair minha mão e toquei na perna dele aí eu senti que ele estremeceu. Ele fez os procedimentos, bateu raios-X e foi revelar e eu fiquei deitado ajeitando o meu pau. Quando estava pronto, ele me chamou para junto dele querendo me explicar o que estava acontecendo com o meu dente, eu fiquei em pé, ao lado dele e ele chegava cada vez mais perto, daí não precisei mais disfarçar nada. Ele estava no papo (literalmente).
Tinha um cacete lindo - bem reto como eu sempre gostei, circuncidado, uma cabeça maior que o diâmetro do pau. Eu caí de boca, ele me levou para a sala ao lado onde não havia possibilidade de chegar alguém. Chupei muito aquele caralho gostoso, redondinho, cabeçudo. Minha língua passeava por aquele membro. Beijamos-nos, voltei para o pau e foi aí que ele gozou na minha boca, lá no fundo da garganta. Foi uma sensação indescritível, no começo um pouquinho de nojo, pela surpresa (eu não esperava e nem ele, gozou sem se agüentar, de tanto tesão) depois o prazer. Lembro até hoje aquele jato entrando na minha garganta.
Depois, a cada consulta, quando eu chegava, ele já deixava o pau saindo pela perna da cueca, marcando na calça. Realçava aquela cabeçorra e em vez de apertar a mão dele eu apertava aquele cacete gostoso.
Só que ele era casado e tinha dois filhos pequenos e depois de umas cinco ou seis consultas não quis mais me atender - ficou com remorso. Ele morria de medo que eu gravasse alguma coisa no celular ou que filmasse – exigia que eu desligasse o celular e deixasse sobre a mesa. Depois perdi o contato. Até tentei outras vezes, mas ele não me atendia mais, quando percebia que era eu, nem abria mais a porta do consultório. Na última vez que tentei ele me deixou plantado umas duas horas na sala de espera até que chegou alguém e entrou – era a esposa dele. O que ele nunca soube é que eu tava quase dando meu rabinho pra ele: perdeu! Quem sabe um dia, se ele ler essa história, vai lembrar com saudade e queira vir tomar o que eu guardei pra ele.