MEU CASO COM O DENTISTA
Foi muito massa. Aconteceu por acaso, (mas eu premeditei)
Eu tinha 37 anos, ele devia ter uns 28 e morava em São Paulo.
Sempre procurei dentistas homens (com segundas intenções, claro) daí, quando eu fui consultar esse, na primeira vista, já olhei profundamente nos seus olhos e ele correspondeu. Como mas eu não podia dar bandeira, na primeira consulta, nada aconteceu. Na segunda eu já olhava (sem querer) direto pro meio das pernas do cara e ele ficava visivelmente perturbado com aquilo. Tinha ido com uma calça social e quando deitei na cadeira, comecei a ajeitar o pau que já estava duro só de pensar nele - ele notou - depois eu sem querer de novo deixei cair minha mão e toquei na perna dele aí eu senti que ele estremeceu. Ele fez os procedimentos, bateu raios-X e foi revelar e eu fiquei deitado ajeitando o meu pau. Quando estava pronto, ele me chamou para junto dele querendo me explicar o que estava acontecendo com o meu dente, eu fiquei em pé, ao lado dele e ele chegava cada vez mais perto, daí não precisei mais disfarçar nada. Ele estava no papo (literalmente).
Tinha um cacete lindo - bem reto como eu sempre gostei, circuncidado, uma cabeça maior que o diâmetro do pau. Eu caí de boca, ele me levou para a sala ao lado onde não havia possibilidade de chegar alguém. Chupei muito aquele caralho gostoso, redondinho, cabeçudo. Minha língua passeava por aquele membro. Beijamos-nos, voltei para o pau e foi aí que ele gozou na minha boca, lá no fundo da garganta. Foi uma sensação indescritível, no começo um pouquinho de nojo, pela surpresa (eu não esperava e nem ele, gozou sem se agüentar, de tanto tesão) depois o prazer. Lembro até hoje aquele jato entrando na minha garganta.
Depois, a cada consulta, quando eu chegava, ele já deixava o pau saindo pela perna da cueca, marcando na calça. Realçava aquela cabeçorra e em vez de apertar a mão dele eu apertava aquele cacete gostoso.
Só que ele era casado e tinha dois filhos pequenos e depois de umas cinco ou seis consultas não quis mais me atender - ficou com remorso. Ele morria de medo que eu gravasse alguma coisa no celular ou que filmasse – exigia que eu desligasse o celular e deixasse sobre a mesa. Depois perdi o contato. Até tentei outras vezes, mas ele não me atendia mais, quando percebia que era eu, nem abria mais a porta do consultório. Na última vez que tentei ele me deixou plantado umas duas horas na sala de espera até que chegou alguém e entrou – era a esposa dele. O que ele nunca soube é que eu tava quase dando meu rabinho pra ele: perdeu! Quem sabe um dia, se ele ler essa história, vai lembrar com saudade e queira vir tomar o que eu guardei pra ele.
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Beijo do Mirtilo